quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Para que servem os fatos?

Olá.
Estou vivo
aqui neste instante.

Disperso palavras
pois não as sinto
nunca
distantes.

Tento não sorrir jocosamente
para o que não entendo.
Tento não repreender
e me pego
repreendendo.

Sim, há muitas contradições
neste meu viver,
mas agora estou aqui sentado
escrevendo e desejando apenas
escrever.

Estou criticamente empenhado
em conquistar por merecer.
Não me visite se não gostar de mim
e não me diga palavras
por dizer.

As pessoas morrem no final - este é um fato.
O que quero
é saber
por quê.


Fabiano Martins

10 comentários:

  1. Este poema es muy bueno.
    Comparto esta sensación, desde que se me ocurrió abrir el blog de poesía.

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  2. Gostei da tua forma de escrever direta!
    Essas contradições que nos dão motivos para pensar...Ótimo meio de semana!

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  3. Maravilhoso... muito o q refletir.
    Bjim***

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  4. Elisabeth,
    Obrigado. Acho que é uma reflexão importante.

    Angela,
    Obrigado. Seja bem-vinda!

    Vanessa,
    Obrigado pela visita!
    bjs

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  5. um dia vais saber, apenas agora te resta ir vivendo ... e escrever ...


    abraço

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  6. Analuz,
    Que bom te ver por aqui!

    Esse fato (a morte) muda muita coisa no viver.
    Abraço

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  7. O homem é um mar de contradições, amigo. Jà diz o provérbio bíblico: "quem nunca entrou em contradição esse tal é perfeito". E se há alguém em que devemos temer: é a nossa própria existência. Não é a vida que é complexa. Nós a fazemos ficar, assim...

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  8. São muitos conflitos... muita gente nesse mundo olhando só por si.
    Abraço

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  9. O ser humano é um bicho danado de ser contraditório e as perguntas mudam, mudam e mudam. Acho, nunca presenciei, que pelo que falam a plena paz vem com a morte e o fim de todas as dúvidas, no fundo, olhando poeticamente é bonito. ;)

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  10. Roberta,
    Obrigado pela visita.
    Será que as dúvidas serão mesmo explicadas?
    Abraço

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