quinta-feira, 22 de março de 2012

Adeus

Adeus.
Não levo nada. Deixo ausência.
Meu corpo cansado repousa,
enquanto me apresento à comunhão
em Deus.
A Deus não levo nada,
apenas minha presença.
Além de dor transformada em força:
abrir e fechar os olhos, mover as mãos.
A morte se rompe e faz lembrar da vida,
de Deus,
da razão de estar aqui.
E tudo parece fazer sentido,
ainda que seja um sentido distante,
ausente de compreensão.
E tudo parece fazer sentido
pelo último e inaudito adeus,
pela separação.


Fabiano Martins

12 comentários:

  1. Vai não querido, rs, poema triste mais lá fundo lindo

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  2. Oi Famartan,

    Gostaria de sua participação lá em meu blog...

    E sim, quando a dor da ausência bate forte, só Aquele Lá de Cima é capaz de nos dar forças para enfrentá-la...

    Beijos,
    Ana Lúcia.

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  3. "Adeus" é o que eu to dizendo pra muita coisa nesse momento.

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  4. Obrigado, Miúda!

    Simone,
    Vou não. Um dia, quem sabe...
    Obrigado!

    Lilica,
    Valeu!

    Lucass,
    Silêncio.
    Abraço

    Sandra,
    e a poesia pra fazer companhia.

    Ana,
    Estarei lá com certeza.
    bjs

    Natália,
    Obrigado!
    bjs

    Marina,
    Então acolha este olá!
    Seja bem-vinda.

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  5. Oi,Fabiano.Seus poemas são intensos e carregados de emoção.Impossível não ficar fascinada! Beijos,
    Analine

    sinfoniasdaalma.blogspot.com

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  6. Cynthia,
    Obrigado!
    bjs

    Analine,
    Obrigado pelo comentário!
    bjs

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